Páscoa
Abril 7, 2009
Ih moçada… esse ano não vai ter ovo… Mas pode rolar um churrasquinho!

Feliz Natal XIII
Dezembro 24, 2008
Até bem pouco tempo atrás, uma profunda melancolia me assaltava no Natal. Ela ia crescendo à medida que o mês de dezembro avançava, as ruas e lojas iam ficando cheias, Papai Noel, sinos e bolas douradas invadiam cada canto da cidade. As luzinhas chinesas, uma febre nos anos 90, só aumentaram essa sensação. O mês de Natal parecia um imenso e interminável fim de tarde de domingo, a hora mais melancólica da semana. Eu contava os minutos pra 26 de dezembro chegar.
Não sei quando isso começou, mas desconfio que foi em algum Natal perdido na infância e na memória. Deve ter sido quando descobri que eu jamais ganharia um Autorama, meu sonho de consumo naqueles tempos (até hoje?). Freud haveria de explicar. Aliás, acho que se eu tivesse ganhado um Autorama, não faria análise há tantos anos.
Pois não é que essa sensação diminuiu (não arriscaria dizer que desapareceu) nos últimos tempos? E eu nem ganhei um Autorama. Deve ser obra da Mariana e do meu Freud particular. Ou da idade mesmo.
Continuo achando o Natal um porre, continuo odiando as musiquinhas, mas consigo entender o sentimento genuíno de muita gente que ama esta época do ano. O que mais me incomoda, atualmente, é a mudança de rotina sem muito motivo, o trânsito infernal, as pessoas enlouquecidas. É também um tempo de hipocrisia e, num país indigno como o nosso, de solidariedade afetada.
Mas ouso dizer que essa hipocrisia é quase necessária, é indissociável do gênero humano. Um festival de excessos que antecede a volta à rotina. E, tremenda ironia, pelo segundo ano seguido a festa de Natal vai ser na minha casa.
Então, pra fechar minha participação nesta série, uma música que não é de Natal, mas que tem tudo a ver com ele, do melhor jeito possível. Um rosário de críticas à hipocrisia humana (e brasileira), com uma mensagem de esperança no fim. Uma estrutura típica de muitas canções do grande Renato Russo. Nessa versão ao vivo, bem messiânico como sempre (tudo a ver, também, com o Natal), ele faz no fim uma citação – perfeita! – de Nirvana (I’m so Happy) e uma da própria Legião (Metal contra as Nuvens).
E que venha 26 de dezembro, ainda um dos meus dias favoritos.
P.S.: Acabo de ver que o Guto, também de coração mole, publicou sua saideira da série. Obrigado pela canção do grande Brook Benton. E… bem… Feliz Natal pra todos.
Feliz Natal XII
Dezembro 24, 2008
Para finalizar minha participação nessa série, abrando meu coração e deixo um presentinho para os amigos blogueiros.
Para o Rudim, uma canção sobre seu homônimo do nariz vermelho (ainda bem que é uma rena, e não um bambi, hein?!).
The Temptations – Rudolf, The Red-Nosed Reindeer
Para o Ricardo, uma do classudo Brook Benton, que conheci por seu intermédio, neste ótimo post no Farolblog
Brook Benton – This Time of the Year
E para o Guilherme que, como eu, tem crianças em casa, e deve ter de lidar com pedidos de presentes que extrapolam o orçamento ou a paciência, uma canção deliciosa.
Gayla Peevey – I Want a Hippotamus for Christmas
Feliz natal, amigos!
Feliz Natal XI
Dezembro 22, 2008
Christmas card from a hooker in Minneapolis
Tom Waits
Feliz Natal X
Dezembro 22, 2008
Father christmas, give us some money
Dont mess around with those silly toys.
Well beat you up if you dont hand it over
We want your bread so dont make us annoyed
Give all the toys to the little rich boys
The Kinks
Feliz Natal IX
Dezembro 22, 2008

Celly Campello – Vi mamãe beijar Papai Noel
PS. Graças ao Ayrton Mugnaini Jr., teremos muita munição para essa série…
Feliz Natal VIII
Dezembro 21, 2008
Mais uma pro Natal do Menino Jesus Punk.
Feliz Natal VII
Dezembro 20, 2008
Vou tomar a liberdade de invadir a série do Guto pra postar uma com baixo, bateria, guitarra distorcida e muita ironia. Noite Feliz, gravada pela magnífica Patife Band, no EP que leva o nome da banda, de 1985, antecessor de Corredor Polonês (1987), um dos dez melhores discos do rock brasileiro.
Patife Band – Noite Feliz
Feliz Natal VI
Dezembro 19, 2008
Nasci num mar de rosas, me criei num lar febundo…
Meu Natal, de Lupicínio Rodriges, por Jamelão
Who Killed Bambi
Dezembro 13, 2008
Não sei se o Gutim terminou a série dele, mas Natal me lembrou papai noel (velho batuta), que me lembrou rena, que me lembrou viadinho, que me lembrou… Bambi!
Primeiro, a versão de Ed Tudor Pole (que soube ser um quase substituto de Johnny Rotten) e sua dançadinha Bambi.
Então, Bambi, o próprio.
E, por fim, outro viadinho com sua dançadinha.
No comments.