1) Kiss no mineirão em 1983

pStanley
Shout it out loud: Galo rules!!

Eu era um menino crescido e podia bem ter arrumado um primo para me levar. Ia gostar. O Paul Stanley com a camisa do Galo e a galera vai a loucura. Muitos e muitos anos depois, gosto do Kiss.

2) Legião no DCE em 1985

Vi o cartaz no Coltec, conhecia a banda e frequentava o DCE, perto da praça, antes de virar cinema. Eu poderia ter ido e garantido uma história para os meus netos. De todos os shows que eu perdi na vida, esse é aquele da máquina do tempo. Tenho quase certeza que foi em 85, mas pode ter sido no início de 86. Com certeza é de antes do lançamento do dois. Simplesmente não há informação sobre ele na rede.

3) Cure, no Mineirinho, em 1987

Gazz

Quédê minha Gazz?

Um tanto de amigo meu foi, o Mineirinho era do lado do Coltec, eu adorava a banda. Simplesmente não há explicação para não ter ido. Foi aquela hepatite maldita? Será que eu passava por uma crise riponga?

4) Skank, no Braúnas, em 1992

É, queria mesmo ter ido nesse show, nem vem. É da época em que o primeiro disco deles ainda era independente e circulava entre os mauricinhos da Fafich. Gosto desse disco. Dizem que foi uma noite divertida, cheia de menina bonita e coisa e tal. Pode ter sido em 93, também não achei nada sobre ele.

5) Ramones, na Gameleira, em 1994

RamonesEu adoro Ramones. Ramones vem a Beagá. Volto da faculdade, passo ao lado da Gameleira e não entro. Não mereço ser chamado de fã.

Mais do mesmo…

Outubro 7, 2009

O ótimo post do Lobão aqui embaixo me apresentou ”I dont want to grow up“, versão Tom Waits. Nunca passaria pela minha cabeça que ele poderia tê-la gravado e muito menos ter feito esse clipe bacana.

 

Rust never sleeps

Setembro 11, 2009

O álbum/filme Rust Never Sleeps de Neil Young e Crazy Horses completa 30 anos em 2009. Comemoremos a efeméride com essa singela homenagem, faiscada na web.

A clássica Hey hey, my my (Into the black):

E a versão da também canadesa (como Neil) The Saint Alvia Cartel para Thrasher:

Thrasher – The Saint Alvia Cartel

Obrigado, Guitar Hero

Agosto 25, 2009

Babas e pérolas, de Quiet Riot a Ozzy, de Asia a David Bowie

Babas e pérolas, de Quiet Riot a Ozzy, de Asia a David Bowie

O Guitar Hero tem feito um grande sucesso aqui em casa. Jogamos com a manete, sem a guitarra, mas isso não impede a diversão e as disputas acaloradas. Mas o melhor é ver e ouvir o rock rolando solto e os meninos  gostando, em tempos de funk proibidão e muita baba. Vou dando a maior força e me divertindo também. Graças ao Guitar Hero, conheci essa música sensacional de uma banda que, apesar de saber da existência, nunca tinha prestado atenção.

Árvore Genealógica

Julho 13, 2009

Confesso que não me lembro muito bem de nossa discussão de ontem e, portanto, pode haver erros nessa árvore…Origem1

Mão na massa

Abril 29, 2009

Ganhei um violão no ano passado. Como pude escolher, pedi um com cordas de aço, que pudesse ser amplificado. Depois, quando sobrou uma grana, comprei um baguinho. Eu estava mesmo mal intencionado, mas o estrago aconteceu quando arrumei um pedal overdrive marca lata de sardinha. O violão nunca mais foi dedilhado e eu achei que era roqueiro de novo…

À frente, o pedal de 50 pratas.

À frente, o pedal de 50 pratas.

Ando com pouco trabalho, infelizmente. O lado bom é que sobra tempo pros projetos pessoais. Pois bem, montei a cozinha com os samplers do Reason, um software animal,  gravei o violão depois e, por fim, ousei um vocal meio sussurado, meio desafinado, enfim o que dei conta,  já que não tenho o talento do Ricardo. O resultado não chega a ser música, mas me divertiu bastante. Espero vocês gostem também.

Um estúdio em casa

Um estúdio em casa

Burning Love 

Páscoa

Abril 7, 2009

Ih moçada… esse ano não vai ter ovo… Mas pode rolar um churrasquinho!
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Blues Brothers

Fevereiro 4, 2009

Ricardo, estava vendo a Aretha Franklin cantar no dia da posse do Osama nos EUA e imediatamente me lembrei de nosso filme predileto.

De vez em quando a trilha sonora de algum filme me chama a atenção. Uma das recentes é a que embala as aventuras do relâmpago McQueen no filme Cars, da Pixar.

Na trilha do filme tem uma versão de “(Get your kicks on) Route 66″, que eu conhecia na voz dos Stones, e cheguei a pensar que era realmente uma composição deles, do primeiro álbum “The Rolling Stones” (menção especial para o subtítulo: “England’s Newest Hitmakers”), de 1964.

Que nada, a composição é de Bobby Troup e foi inicialmente gravada por Nat King Cole em 1946. Depois vieram Chuck Berry, Stones e, outro dia, para meu espanto, meu iTunes encontrou uma versão do Depeche Mode em minha biblioteca…

Então, já que a música é das antigas, nada melhor do que ser tocada por uma galera que conhece.

 

P.S: Será que algum dia o BeeBox se reune de novo, em algo parecido?

Matanza

Janeiro 7, 2009

Há alguns gêneros musicais que não me atraem. Heavy metal é um deles. Entretanto, algumas bandas de rock’n'roll misturam pitadas de heavy com outros estilos e o resultado final é muito interessante.

Vejam o caso do Matanza, uma banda do Rio de Janeiro. A base do som dos caras parece ser um hard rock clássico, mas eles misturam algo de heavy metal e de outros estilos, tais como bluegrass ou country (muito notados no CD “To Hell with Johnny Cash”, talvez nem tanto na música abaixo), que torna o som único.

Tanto é que a imprensa batizou o estilo de “Country Core”, termo mais tarde adotado pelos próprios integrantes da banda como “country-hardcore”.

Agora, vejam só. Segundo o site da banda (www.matanza.com.br), ”desde o começo, nós decidimos que o Matanza não seria diretamente responsável por nos sustentar e que cada um de nós deveria “correr por fora” pra pagar as contas que tivesse. Hoje, conciliar a agenda de shows com o trabalho se tornou um problema“. 

Putz, galera, vai ser feliz e viver de shows! Tenho certeza de que vai dar para pagar as contas e sobrar pra aposentadoria.

E por falar em show, vamos vê-los quando pintarem por BH?